Quando grande parte da população ouve o conceito “Pensamento Computacional”, logo imagina que o tema é exclusivo para cientistas da Computação. Agora, imaginem falar sobre esse tema com crianças do Ensino Fundamental. Parece muito complicado; mas o estudante Igor Henrique da Silva, 18, mostrou o contrário em seu trabalho da Iniciação Científica, dentro do Programa WASH-STEAM, no IF-PR, Campus Londrina.
O bolsista explica que o Pensamento Computacional pode ser definido “como o método de resolver problemas, criar soluções ou passos para alcançar um certo objetivo”. E exemplifica com uma simplicidade de dar inveja. “Até numa receita de um bolo, usamos esse conceito, porque há passos a serem seguidos para o bolo ficar pronto.”
Muita gente não sabe, mas, em apenas uma noite, podem cair do espaço entre 10 e 100 toneladas de objetos do espaço/céu e que estrelas cadentes não existem. Esses e muitos outros esclarecimentos sobre o céu, meteoros e meteoritos foram abordados, numa entrevista muito interessante, no Projeto Ciência e Cultura, vamos brincar?, da quarta-feira passada, dia 02 de setembro, com o físico Wil Namen. O convidado foi o astrônomo e divulgador científico, Júlio Lobo, que falou sobre caçadores de meteoritos em todo o mundo, tem uma coleção desses objetos e estuda esses fenômenos há mais de 40 anos.
Foi um bate-papo estelar. Quem acompanhou, vibrou! E quem ainda não viu, pode ler a matéria no nosso boletim e correr para o YouTube para assistir ao vídeo, que está disponível no Canal do Programa WASH.
O convidado especial do Ciência e Cultura para falar sobre “Meteoros e Meterioritos”, com o físico Wil Namen, do Movimento Nós Somos a Ciência, será Júlio Lobo, astrônomo e divulgador científico do Observatório Municipal de Campinas “Jean Nicolini”.
Se você acompanhou as notícias sobre a “chuva de meteoritos”, em Pernambuco, e quer entender mais sobre esse fenômeno, você não pode perder!
Em artigo, jornalista e socióloga, Gabrielle Adabo, fala sobre as divulgadoras da ciência, tema da sua tese de mestrado, e sobre a invisibilidade feminina na área.
…“Essa invisibilidade das mulheres na história é um desafio em muitas áreas do conhecimento, uma lacuna que precisa ser preenchida. Na história da divulgação científica brasileira, a bibliografia lida até então me mostrava apenas nomes masculinos como atores. Gabrielle é mestra em Divulgação Científica e Cultural e especialista em Jornalismo Científico, ambos pelo Labjor da Unicamp. Possui graduação em Sociologia, Antropologia e licenciatura em Ciências Sociais pela Unicamp.
Sabe aquelas perguntas que todos nós temos sobre o universo? Para grande parte delas, o Projeto Ciência e Cultura, vamos brincar? trouxe respostas, no sábado passado, dia 29, no segundo episódio, que abordou “Estrelas e Constelações”. O cenário escolhido para as gravações não poderia ser outro: foi o Museu Aberto de Astronomia – MAAS, em Campinas. Quem conferiu o programa viu que, a olho nu, o ser humano consegue observar até 6 mil estrelas, em 88 constelações. É isso mesmo, sem usar qualquer instrumento como um telescópio. A informação foi dada pelo astrônomo Emerson Roberto Perez, responsável pelo MAAS.
Astronomia com ciência e arte. Esse é o tema que vai contornar a programação do Projeto Ciência e Cultura, vamos brincar?, no próximo sábado, dia 29 de agosto, no Canal do Programa WASH, no YouTube, às 19h.
Já está tudo pronto e o programa promete muitas surpresas, a começar pelo local das gravações: o palco será um museu de astronomia.