Momento de integração e de agradecimento aos estudantes da Vitor Meireles pela participação no Episódio 6 do Ciência e Cultura
Bolsistas da Escola Vitor Meireles, em Campinas, e bolsistas, que atuam no Projeto Ciência e Cultura, vamos brincar?, tiveram uma importante reunião de integração, nesta terça, dia 8 de dezembro, para troca de experiências e compartilhamento/avaliação das atividades realizadas no Episódio 6 do Projeto.
O encontro foi motivado pela participação dos bolsistas da Iniciação Científica da Escola, que contribuíram com boa parte da programação do Episódio 6 do Projeto Ciência e Cultura, que abordou o tema Sistema Solar. A proposta inicial da reunião, coordenada por Ana Carolina de Deus Soares, era de um momento de agradecimento aos estudantes pelo trabalho desenvolvido.
Ana Carolina destacou o processo de aprendizagem para os estudantes, que relataram sobre a experiência da iniciação científica no WASH, que envolve projeto de pesquisa e multiplicação no modelo de oficinas e o desafio de produzir roteiro, personagens, cenário, jogo e animação no Scratch, baseados na técnica Stop Motion. O mais interessante é que todo o processo foi realizado e produzido de forma colaborativa e remota.
A professora de Matemática, Eveliyn Tiemi Takamori, que coordenou os trabalhos na Escola, destacou que se sentiu muito acolhida pelo grupo e pelo WASH. “Neste momento tão atípico de pandemia, a iniciação científica nos uniu”, disse. Ela ressaltou que apresentou o Episódio 6 do Ciência e Cultura aos professores da Escola Vitor e os professores elogiaram o produto final e que as perspectivas para a continuidade do trabalho são as melhores, já que deverão trabalhar com o Stop Motion e o Scratch, no biênio 2020-2021, com os alunos. “Neste período, no qual o ensino /aprendizagem é mais lento, mesmo com a velocidade das informações ser muita rápida, nosso desafio é pensar em como lidar com a tecnologia e ter retorno positivo; e, percebemos que isso já começa a acontecer”. A professora contou que já estão recebendo retornos de vídeos com a técnica Stop Motion, que foi trabalhada nas oficinas do WASH.
Ana Carolina destacou que o Programa WASH ganha força quando conta com o apoio de professores, como aconteceu na Escola Vitor Meireles, em Campinas.
Para o bolsista da Vitor Meireles, Hector Ryan Vigela, a participação dos alunos neste episódio trouxe, para ele, senso de responsabilidade, uma proposta para ocupar sua mente, aprendizado de um trabalho compartilhado e aproximação (virtual) de pessoas, mesmo com a pandemia.
Já Gustavo Andrade Barbosa agradeceu aos colegas e professores pela participação no projeto e exaltou a evolução no decorrer do processo. “A curva de aprendizado foi enorme, por isso parabenizo todo o trabalho construído de forma coletiva”, afirmou.
Roberta Aparecida de Santana, que integrou a Frente Multiplicadora de Oficinas do WASH, agradeceu a oportunidade dessa participação no Ciência e Cultura, em conjunto com a Escola, porque foi possível construir um jeito novo de fazer, que deu muito resultado. “A cada oficina, uma novidade, e o apoio e o compartilhamento de ideias no grupo, possibilitou um jeito de construir oficinas bem-sucedido”.
Os bolsistas do Ciência e Cultura foram unânimes nos elogios aos estudantes da Vitor Meireles e deixaram mensagens de incentivo para a continuidade dos trabalhos.
Wil Namen lembrou que, assim como os estudantes da Vitor Meireles, foi aluno de escola pública, e ficou impressionado com o esforço e o resultado apresentado pelos bolsistas no Episódio 6. Celso Pan, da Cia Bola de Meia, destacou o prazo curto que a proposta foi desenvolvida e apresentada com grande qualidade.
Fabiane Kitagawa, diretora do Programa Ciência e Cultura, disse que o resultado foi excelente e destacou a empolgação dos estudantes.
O trabalho de coordenação dos professores Eveliyn e André Luis Malavazzi, que acompanham os alunos da Vitor Meireles, foi elogiado pela bolsista Clotilde Pierini Mafra Diogo, que lembrou que esse foi um dos melhores projetos já elaborados nas oficinas do WASH.
Criatividade, envolvimento e qualidade foram outros elogios ao trabalho desenvolvido pelos bolsistas da Escola pelos diversos bolsistas presentes.
Para finalizar o encontro, Ana Carolina deu uma boa notícia aos estudantes. Ela antecipou aos participantes que a expectativa, para o próximo ano, é de disponibilizar mais oficinas de Audiovisual, de Musicalização, entre outras, para a Escola.
Alguns estudantes presentes afirmaram que já tocam bateria, como João Victor Vedroni; violão, como Enzo Alves dos Santos Souza; mas um dos responsáveis por essa oficina de Musicalização, Celso Pan, lembrou que ela poderá ter a participação de todos, porque o principal instrumento, o instrumento natural, que é necessário para participar todos contamos: que é a voz. Ele disse que, nesta oficina, espera trabalhar música e ciência, acústica, entre outros.
Textos: Denise Pereira
Revisão: Nádia Abilel de Melo

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